<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Agência Abraço de Comunicação &#187; autorizações</title>
	<atom:link href="http://agenciaabraco.org/etiqueta/autorizacoes/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://agenciaabraco.org</link>
	<description>Órgão vinculado à Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária - ABRAÇO Nacional</description>
	<lastBuildDate>Mon, 26 Jul 2010 14:29:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Região de Campinas concentra a pior situação</title>
		<link>http://agenciaabraco.org/manchete/190</link>
		<comments>http://agenciaabraco.org/manchete/190#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 17:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>agencia abraco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[autorizações]]></category>
		<category><![CDATA[propriedade cruzada]]></category>
		<category><![CDATA[repressão]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciaabraco.org/?p=190</guid>
		<description><![CDATA[Das mais de 471 solicitações de outorgas, apenas 63 foram outorgadas, sendo que 41 possuem vínculo político e religioso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa realizada na página oficial (site) do Ministério das Comunicações pela Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária (ABRAÇO) &#8211; Regional Campinas, constatou que o serviço de radiodifusão comunitária na região é um grande obstáculo para o desenvolvimento social destas comunidades. Desde a promulgação da Lei 9.612/98, que instituiu o serviço de radiodifusão comunitária no país, movimentos populares em Campinas mostraram-se dispostos a buscar o reconhecimento do serviço com a participação de 471 entidades.</p>
<p>Mas hoje, diante da demanda, 51% das solicitações estão com seus processos arquivados, 9% das entidades estão com seus processos em andamento e ainda constam 27% das entidades aguardando aviso de habilitação. Do total, apenas 63 tiveram seus pleitos autorizados.</p>
<p>No entanto, a partir da lista de 63 entidades que conseguirem obter licença, a ABRAÇO Campinas realizou um cruzamento de dados com a pesquisa do professores Venício A. de Lima e Cristiano Aguiar Lopes &#8211; denominada &#8220;Rádios Comunitárias: Coronelismo Eletrônico de Novo Tipo&#8221; &#8211; e os dados foram alarmantes: das emissoras de rádios comunitárias autorizadas na região, 65% possuem vínculo político ou religioso, um dado muito maior do que o total nacional levantado pela pesquisa, que apontou 50,2% de emissoras com vínculo político e religioso em todo o país.</p>
<p>Segundo o coordenador da Regional Sudeste da ABRAÇO, Jerry Oliveira, a pesquisa &#8220;aponta a decisão política das grandes emissoras comerciais de impedirem que a comunicação no Brasil troque de mãos, pois o pequeno número de emissoras autorizadas e o uso particular destas emissoras por relações promíscuas entre parlamentares ainda é um dos maiores obstáculos para que o serviço atenda seus objetivos sociais. Torna-se necessário uma alteração significativa da postura do Ministério das Comunicações ao tratamento dado para as rádios comunitárias no Brasil&#8221;.</p>
<p>Mas não se deve desconsiderar dois outros fatores marcantes nesse processo: os agentes públicos nomeados para o Departamento de Outorgas e Serviços do Ministério das Comunicações dão maior atenção aos pleitos das rádios comerciais e as condições de trabalho dos funcionários de carreira que analisam os processos das rádios comunitárias são péssimas &#8211; são apenas 16 servidores para analisar mais de 20.000 processos.</p>
<p>Com todas estas dificuldades enfrentadas pelas entidades, Oliveira reconhece que muitas estão entrando no ar sem liberação, após amargar vários anos na busca de suas autorizações. O resultado disso é que as emissoras têm sido duramente reprimidas pela ação do estado brasileiro &#8211; agora sim, bastante eficiente &#8211; que ao invés de promover transparência e celeridade nos processos de autorização, utiliza-se do aparato policial para impedir a livre expressão popular. Para o coordenador da ABRAÇO Sudeste, o estado está reprimindo lideranças comunitárias que lutam (na prática) para cumprir uma das atribuições constitucionais do estado brasileiro: combater o monopólio das comunicações.</p>
<p>Além disso, ele ressalta o grande desperdício de dinheiro público nas ações de fechamento de emissoras. A repressão às rádios comunitárias no país é maior do que o combate ao tráfico de drogas. &#8220;O que se gasta para reprimir uma emissora comunitária é cerca de 100 vezes mais o que se gastaria para autorizar, pois um grande número de agentes públicos é mobilizado (da Anatel, da Polícia Federal, do poder judiciário) e muitas horas de burocracia para uma possível condenação ou absolvição dos comunicadores sociais. É muito dinheiro público jogado no ralo para garantir o monopólio da comunicação&#8221;, explica.</p>
<p>Para solucionar a questão, Oliveira aponta algumas bandeiras de luta do movimento de radiodifusão comunitária como propostas para amenizar a situação. A criação da Subsecretaria de Radiodifusão Comunitária, a realização de concurso público para a contratação de novos servidores e a criação de uma comissão de acompanhamento de análises de processos, formado por entidades do setor, são alguns ações a serem implantadas, prioritariamente.</p>
<p><strong>ABRAÇO FARÁ DENÚNCIA</strong><br />
Com a realização da pesquisa e a comprovação destes casos apresentados pela ABRAÇO Regional Campinas, Oliveira afirma que &#8220;não há outra medida a ser tomada, a não ser recorrermos à Justiça e colocar o exército na rua, com manifestações e passeatas. Já tentamos várias negociações e apelos políticos e o que conseguimos até agora foi tomar centenas de cafezinhos e promessas de mudanças, mas até agora, depois de 12 anos de promulgação da Lei, nada foi mudado&#8221;. Para o coordenador da ABRAÇO Sudeste é necessário desbaratar este &#8220;consórcio de agentes públicos, parlamentares e representantes da mídia privada&#8221;. Para tanto, a ABRAÇO Sudeste fará mobilizações junto à Comissão de Direitos Humanos da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, Ministério Público e Atos Públicos.</p>
<address>Fonte: Redação da Rede Abraço-SP</address>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciaabraco.org/manchete/190/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ministério publica aviso de habilitação para 463 rádios comunitárias</title>
		<link>http://agenciaabraco.org/noticia/84</link>
		<comments>http://agenciaabraco.org/noticia/84#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 May 2009 20:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>agencia abraco</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícia]]></category>
		<category><![CDATA[autorizações]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://agenciaabraco.wordpress.com/?p=84</guid>
		<description><![CDATA[O Ministério das Comunicações publicou nesta terça-feira (12/5) aviso de habilitação para 463 novas emissoras de rádios comunitárias. Todos os estados do país, incluindo o Distrito Federal, estão contemplados. Os avisos foram publicados no Diário Oficial da União.As entidades interessadas em se candidatar à exploração do serviço de rádio comunitária devem se inscrever e apresentar documentação no prazo de 45 dias.
A data de encerramento vai até 25 de junho próximo. Será cobrada uma taxa de cadastramento no valor de R$ 20,00, que deverá ser depositada em qualquer agência do Banco ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério das Comunicações publicou nesta terça-feira (12/5) aviso de habilitação para 463 novas emissoras de rádios comunitárias. Todos os estados do país, incluindo o Distrito Federal, estão contemplados. Os avisos foram publicados no Diário Oficial da União.As entidades interessadas em se candidatar à exploração do serviço de rádio comunitária devem se inscrever e apresentar documentação no prazo de 45 dias.</p>
<p>A data de encerramento vai até 25 de junho próximo. Será cobrada uma taxa de cadastramento no valor de R$ 20,00, que deverá ser depositada em qualquer agência do Banco do Brasil, mediante o preenchimento da Guia de Recolhimento da União com depósito identificado nº 4100030000118822-0, tendo como favorecida a Coordenação Geral de Recursos Logísticos do Ministério das Comunicações (CGRL/MC).</p>
<p>Atualmente, estão autorizadas 3.685 rádios comunitárias em todo o território nacional brasileiro. O aviso de habilitação de hoje engloba cidades, bairros, ilhas, comunidades, vilas, povoados e distritos. Também há assentamentos agrícolas e aldeias indígenas. Os procedimentos para as inscrições podem ser feitos conforme formulário constante no site do Ministério das Comunicações, que pode ser baixado <a href="http://www.mc.gov.br/radio-comunitaria/formularios/formularios/anexo-a2.pdf" target="_blank">AQUI</a>. As inscrições também podem ser feitas via endereçamento postal dirigidos à Secretaria de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Esplanada dos Ministérios, Bloco R, Brasília-DF, CEP 70044-900, ou pessoalmente no protocolo central do edifício sede, em Brasília.</p>
<p>A relação das cidades contempladas está no sítio do Portal do Governo Brasileiro, no endereço:<br />
<a href="//www.brasil.gov.br/noticias/ultimas_noticias/120509-1" target="_blank">[+] http://www.brasil.gov.br/noticias/ultimas_noticias/120509-1</a>.</p>
<p>O ministro das Comunicações, Hélio Costa, declarou que &#8220;o objetivo do governo é contemplar todos os municípios do país com rádios comunitárias, que são um instrumento de comunicação importante e necessário para a cidadania brasileira, principalmente no interior do país&#8221;. Não explicou, novamente, o porque do imenso atraso nas autorizações de rádios comunitárias em todo o país. Ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) do Piauí comprovou &#8211; após dois anos de investigação &#8211; que o governo federal emperra, sem razão, os processos de outorga de rádios comunitárias de todo o país.</p>
<p>Segundo o MPF, o nó burocrático está na Secretaria de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério. A investigação resultou em uma ação judicial contra o governo, na qual o MPF pede que os processos de rádios piauienses que estejam na fila há mais de 18 meses sejam julgados em até 30 dias. A ampliação das rádios comunitárias no país é um passo que o governo federal precisa dar para a democratização dos meios de comunicação do país.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://agenciaabraco.org/noticia/84/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
